É medo de partir.
É medo de quebrar.
É medo de ser.
De existir.
É querer amar a chuva que fustiga contra minha pele, e odiá-la por ousar tocar-me.
É querer respirar, mas amar se me fugisse o ar dos pulmões.
É querer conhecer o mundo palma-por-palma, e rejeitar qualquer calor humano.
Uma coisa é querer. Outra coisa é acontecer.
Uma coisa é julgar o correcto. Outra coisa é se realmente o existe.
Não me mintas. Não me digas que sabes o que é.
Não me digas que entendes. Que já sentis-te cada pedra, e cada lágrima que me escorreu da face.
Não me digas que contas os suspiros, e rezas desesperadamente para que algo mude de noite para o dia.
Não me digas que entendes o desespero.
A dor.
A angústia.
A melancolia.
O ódio a ti mesmo.
Não digas nada.
Cala-te.
Não entendes.
Não entendes.
O que é estar quebrado.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Falling rain 15#
Eu quero dizer tudo, e não consigo dizer nada.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
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