Sinto falta de escrever. De sangrar a minha alma para o papel. Sentir o esvaziamento aliviante do peso que carrego em minha mente. Todo o dia. Toda a hora. Todo o minuto. Todo o segundo.
A caneta e papel são minhas confidentes e aliadas são pois não julgam os meus pensamentos mais íntimos ou medos absurdos. Elas ouvem e seguram-me em seus braços. Nelas confio minha minha alma nua e crua. Coisa que nunca farei a qualquer ser humano. Pelo menos não outra vez.
Su*
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
#Falling rain 39 - Aquela sensação
Sabem aquela sensação de quando está tudo a correr bem na vossa vida, mas depois conhecem pessoa A e esta pessoa gosta de pessoa B que já está a namorar e o seu parceiro C é o maior filho da puta com todas as letras?
Pois. Eu conheci essa pessoa.
Está a ficar usual ser a última opção.
E está a ficar usual ser-se idiota por vontade própria.
Su*
Pois. Eu conheci essa pessoa.
Está a ficar usual ser a última opção.
E está a ficar usual ser-se idiota por vontade própria.
Su*
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Falling rain 20#
"Hold me close. Don't let go. Watch me. In this hospital for souls. Hold me close. Don't let go. Watch me. (...) Hold me close. Don't let go. Watch me BURN."
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Falling Rain 17#
Motivo da minha felicidade ultimamente: eu entrei para a minha primeira opção na universidade.
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!
Próximo passo: praxes
Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!
Próximo passo: praxes
Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha
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and for the ones who didn't believe in me,
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orgulhosa,
otome,
suck it bitches,
thanks for the hate .|.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Falling rain 15#
Eu quero dizer tudo, e não consigo dizer nada.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Falling rain 3#
Uma nuvem transportadora de uma tal enormidade, assemelha-se aos meus pensamentos...
Chapinho contra as poças, e sinto-me gelar.
O ar torna-se cada vez mais gélido ao ponto da minha pele aproximar-se (ironicamente) da minha cor predilecta - roxo.
Arfando, caminho cada vez mais depressa.
Inequivo-me do que terei de bom. Do que terei para oferecer, que outra não tem.
Sei perfeitamente que não deveria ousar sequer pensar assim.... mas é mais forte que eu.
Dezassete anos de negativismo, de ódio e dor não somem subitamente.
Então,debatendo-me com os meus pensamentos, decido por os auriculares nos ouvidos para abafar o barulho interior.
Sim... Música.... Fora os livros, única salvação.
Mas para ser sincera, talvez o ópio a que Campos recorre não me parecesse tão má ideia...
É então que me penetra abruptamente o som pela alma, e entendo: É a nossa música.
O quanto ridícula eu sou, o quanto sentimental sou, o quanto emocionalmente instável sou.
E eu gostaria tanto de prometer que iria melhorar... Mas tal promessa não ouso selar, pois sei que nunca seria cumprida.
Apenas o simples facto de desvelar os meus pensamentos, é muito mais doloroso que qualquer falacioso jogo preparado pelo psicopata do Saw, que possa ser posto em práctica.
Para piorar, a saudade aumenta.
Sinto-me tão ridícula, tão estúpida, tão... tão eu.
Eu tenho medo. Aliás, tenho fobia.
Tenho fobia de socializar, de me abrir, de me dar a conhecer.
Tenho medo das bocas, dos pensamentos interiores, dos problemas futuros....
Passo-me,de pensar nas inúmeras alternativas!!
É algo que está foro do meu controlo, e isso mata-me!! É algo tão puramente metafísico que dilacera cada partícula do meu ser.
Eu quero controlar.
Quero controlar cada sílaba que diga, cada movimento efectuado, cada sorriso real e fictício, cada reacção,cada impulso, cada pensamento, e até mesmo, cada palavra aqui escrita!
Eu passo-me, fico fora de mim de não saber.... não saber o que fazer...
Habituei-me tanto ao controlo, que qualquer outra realidade me é desconhecida.
Eu não estou habituada... Não estou habituada a esta ousadia de controlo, e por isso mesmo, doí-me colocar toda a minha afectividade sobre uma pessoa.
Mas eu amo-o.
E ele sabe-o.
A única esperança que declaro vivamente, é que termine como qualquer sonho infanta-juvenil:
Felizes para sempre
S*
Chapinho contra as poças, e sinto-me gelar.
O ar torna-se cada vez mais gélido ao ponto da minha pele aproximar-se (ironicamente) da minha cor predilecta - roxo.
Arfando, caminho cada vez mais depressa.
Inequivo-me do que terei de bom. Do que terei para oferecer, que outra não tem.
Sei perfeitamente que não deveria ousar sequer pensar assim.... mas é mais forte que eu.
Dezassete anos de negativismo, de ódio e dor não somem subitamente.
Então,debatendo-me com os meus pensamentos, decido por os auriculares nos ouvidos para abafar o barulho interior.
Sim... Música.... Fora os livros, única salvação.
É então que me penetra abruptamente o som pela alma, e entendo: É a nossa música.
O quanto ridícula eu sou, o quanto sentimental sou, o quanto emocionalmente instável sou.
E eu gostaria tanto de prometer que iria melhorar... Mas tal promessa não ouso selar, pois sei que nunca seria cumprida.
Para piorar, a saudade aumenta.
Sinto-me tão ridícula, tão estúpida, tão... tão eu.
Eu tenho medo. Aliás, tenho fobia.
Tenho fobia de socializar, de me abrir, de me dar a conhecer.
Tenho medo das bocas, dos pensamentos interiores, dos problemas futuros....
Passo-me,de pensar nas inúmeras alternativas!!
É algo que está foro do meu controlo, e isso mata-me!! É algo tão puramente metafísico que dilacera cada partícula do meu ser.
Quero controlar cada sílaba que diga, cada movimento efectuado, cada sorriso real e fictício, cada reacção,cada impulso, cada pensamento, e até mesmo, cada palavra aqui escrita!
Eu passo-me, fico fora de mim de não saber.... não saber o que fazer...
Habituei-me tanto ao controlo, que qualquer outra realidade me é desconhecida.
Eu não estou habituada... Não estou habituada a esta ousadia de controlo, e por isso mesmo, doí-me colocar toda a minha afectividade sobre uma pessoa.
Mas eu amo-o.
A única esperança que declaro vivamente, é que termine como qualquer sonho infanta-juvenil:
Felizes para sempre
S*
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