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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

# Falling rain 40

Sinto falta de escrever. De sangrar a minha alma para o papel. Sentir o esvaziamento aliviante do peso que carrego em minha mente. Todo o dia. Toda a hora. Todo o minuto. Todo o segundo.
A caneta e papel são minhas confidentes e aliadas são pois não julgam os meus pensamentos mais íntimos ou medos absurdos. Elas ouvem e seguram-me em seus braços. Nelas confio minha minha alma nua e crua. Coisa que nunca farei a qualquer ser humano. Pelo menos não outra vez.

Su*

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

#Falling rain 39 - Aquela sensação

Sabem aquela sensação de quando está tudo a correr bem na vossa vida, mas depois conhecem pessoa A e esta pessoa gosta de pessoa B que já está a namorar e o seu parceiro C é o maior filho da puta com todas as letras?
Pois. Eu conheci essa pessoa.


Está a ficar usual ser a última opção.
E está a ficar usual ser-se idiota por vontade própria.

Su*

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Falling Rain 17#

Motivo da minha felicidade ultimamente: eu entrei para a minha primeira opção na universidade.
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!

Próximo passo: praxes

Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha




terça-feira, 3 de setembro de 2013

Falling rain 15#

Eu quero dizer tudo, e não consigo dizer nada.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade. 
Benditas sejam as almas. 
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.



Falling rain 14#


"She says she's like air: ever present, but never seen"

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Falling rain 3#

Uma nuvem transportadora de uma tal enormidade, assemelha-se aos meus pensamentos...
Chapinho contra as poças, e sinto-me gelar.
O ar torna-se cada vez mais gélido ao ponto da minha pele aproximar-se (ironicamente) da minha cor predilecta - roxo.
Arfando, caminho cada vez mais depressa.
Inequivo-me do que terei de bom. Do que terei para oferecer, que outra não tem.
Sei perfeitamente que não deveria ousar sequer pensar assim.... mas é mais forte que eu.
Dezassete anos de negativismo, de ódio e dor não somem subitamente.
Então,debatendo-me com os meus pensamentos, decido por os auriculares nos ouvidos para abafar o barulho interior.



Sim... Música.... Fora os livros, única salvação.
Mas para ser sincera, talvez o ópio a que Campos recorre não me parecesse tão má ideia...
É então que me penetra abruptamente o som pela alma, e entendo: É a nossa música.
O quanto ridícula eu sou, o quanto sentimental sou, o quanto emocionalmente instável sou.
E eu gostaria tanto de prometer que iria melhorar... Mas tal promessa não ouso selar, pois sei que nunca seria cumprida.
Apenas o simples facto de desvelar os meus pensamentos, é muito mais doloroso que qualquer falacioso jogo preparado pelo psicopata do Saw, que possa ser posto em práctica.

Para piorar, a saudade aumenta.
Sinto-me tão ridícula, tão estúpida, tão... tão eu.

Eu tenho medo. Aliás, tenho fobia.
Tenho fobia de socializar, de me abrir, de me dar a conhecer.
Tenho medo das bocas, dos pensamentos interiores, dos problemas futuros....
Passo-me,de pensar nas inúmeras alternativas!!
É algo que está foro do meu controlo, e isso mata-me!! É algo tão puramente metafísico que dilacera cada partícula do meu ser.
Eu quero controlar.

Quero controlar cada sílaba que diga, cada movimento efectuado, cada sorriso real e fictício, cada reacção,cada impulso, cada pensamento, e até mesmo, cada palavra aqui escrita!
Eu passo-me, fico fora de mim de não saber.... não saber o que fazer...
Habituei-me tanto ao controlo, que qualquer outra realidade me é desconhecida.
Eu não estou habituada... Não estou habituada a esta ousadia de controlo, e por isso mesmo, doí-me colocar toda a minha afectividade sobre uma pessoa.
Mas eu amo-o.
E ele sabe-o.

A única esperança que declaro vivamente, é que termine como qualquer sonho infanta-juvenil: 
Felizes para sempre



S*