"Hold me close. Don't let go. Watch me. In this hospital for souls. Hold me close. Don't let go. Watch me. (...) Hold me close. Don't let go. Watch me BURN."
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Falling rain 19#
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Falling Rain 17#
Motivo da minha felicidade ultimamente: eu entrei para a minha primeira opção na universidade.
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!
Próximo passo: praxes
Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!
Próximo passo: praxes
Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha
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suck it bitches,
thanks for the hate .|.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Falling rain 15#
Eu quero dizer tudo, e não consigo dizer nada.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade.
Benditas sejam as almas.
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Arigatou gozaimasu, anata ga daisuki
O sol queima-me a pele.
O mar derrama as suas lágrimas matinais.
E o mundo permanece o mesmo. Dia após dia. E eu continuo a mesma. Dia após dia.
Tenho medo de avançar, de confiar, de querer e perder. Tenho medo da escuridão e do vazio que me é tão familiar, mas tenho também medo da luz, dos risos, das palavras.
Mãos acariciam-me a face prometendo um final feliz. Meras promessas, contraditoriamente verdadeiras.
E eu choro. Choro pelo medo, pela angustia, pela raiva a mim mesma. Choro pelo ódio, pela minha maneira de ser, pela minha anormalidade.
E choro, por fim, por reconhecer que alguém se importa, e pelo medo de os tentar cair na mesma escuridão.
Almas meramente passageiras neste mundo, ousam desperdiçar tempo em mim. E eu sinto um desprezo tal pelo receio de as desiludir.
Adoro-os, e o aperto em meu peito revela isso mesmo.
Lágrimas escorrem constantemente enquanto praguejo.
Quero abraçá-los, praguejar contra eles por não estarem aqui comigo, e quero dar-lhes tudo de mim como forma de gratidão.
Quero ser como uma irmã mais velha: constantemente a repreende-los, mas do fundo do coração, a amá-los com todas as minhas forças.
E eu não sei mais o que fazer...
Sinto-me perdida, só. E com o medo à flor da pele.
Apenas não quero desiludir os meros mortais que se importam.
Desculpem.
Adoro-vos.
Mariko*
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