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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Falling Rain 17#

Motivo da minha felicidade ultimamente: eu entrei para a minha primeira opção na universidade.
Para quem não sabe a minha primeira opção era Tradução
Estou super,mas super feliz, e de certo modo com o ego elevado. Não quero saber o que digam, desde miúda sabia que era línguas que queria, e passei em todos os exames de admissão à primeira, entrei na universidade à primeira, e na primeira opção. Por isso estou bastante feliz!

Próximo passo: praxes

Se eu não sobreviver....já sabem, "bye bye S" haha




terça-feira, 3 de setembro de 2013

Falling rain 15#

Eu quero dizer tudo, e não consigo dizer nada.
Eu quero chorar tudo, e não consigo chorar nada.
Eu quero ser tudo, e no fundo,não sou nada.
Sou nada e nada sou.
Tristeza esmagadora é algo arrebatador, verdade seja dita.
E a minha alma poética, pendente de mera mortandade, guincha por liberdade. 
Benditas sejam as almas. 
Benditos sejam os limites questionáveis do tempo.
Bendita seja a minha moralidade e aliável loucura.
Pois para mais, não sei o que digo, muito menos o que cá está a ser escrito.
Aliás, haverá alguém que o saiba?
Uns julgam que sabem.
Outros fingem saber.
E os honestos, sabem mais do que certam em não saber.
Suponho que a ignorância seja o maior conhecimento possível a adquirir.
Ofereceria minha alma de bom grado para ser ignorante.
Para ser feliz.



Falling rain 14#


"She says she's like air: ever present, but never seen"

terça-feira, 9 de julho de 2013

Arigatou gozaimasu, anata ga daisuki

O sol queima-me a pele.
O mar derrama as suas lágrimas matinais. 
E o mundo permanece o mesmo. Dia após dia. E eu continuo a mesma. Dia após dia.
Tenho medo de avançar, de confiar, de querer e perder. Tenho medo da escuridão e do vazio que me é tão familiar, mas tenho também medo da luz, dos risos, das palavras.
Mãos acariciam-me a face prometendo um final feliz. Meras promessas, contraditoriamente verdadeiras.
E eu choro. Choro pelo medo, pela angustia, pela raiva a mim mesma. Choro pelo ódio, pela minha maneira de ser, pela minha anormalidade.
E choro, por fim, por reconhecer que alguém se importa, e pelo medo de os tentar cair na mesma escuridão.
Almas meramente passageiras neste mundo, ousam desperdiçar tempo em mim. E eu sinto um desprezo tal pelo receio de as desiludir.
Adoro-os, e o aperto em meu peito revela isso mesmo.
Lágrimas escorrem constantemente enquanto praguejo. 
Quero abraçá-los, praguejar contra eles por não estarem aqui comigo, e quero dar-lhes tudo de mim como forma de gratidão.
Quero ser como uma irmã mais velha: constantemente a repreende-los, mas do fundo do coração, a amá-los com todas as minhas forças.

E eu não sei mais o que fazer...
Sinto-me perdida, só. E com o medo à flor da pele.
Apenas não quero desiludir os meros mortais que se importam.
Desculpem. 
Adoro-vos.



Mariko*