A divertir-me como nunca me diverti. Ver a vida como nunca a vi.
Mas, por momentos, a minha véstia consome-me. Os pensamentos chegam como faíscas. Mortais flashbacks.
Mas tu... fazes-me esquecer.
Lutando com o meu ser existencial, batalho interiormente para puder findar contigo.
Sorrindo legitimamente, choro suspiros e esperanças futuras. Ohh, como o amor é esperançoso.Cego.
Como humanos, o quanto somos ingénuos.
Meras crianças vítimas do enredo, corremos. Sentimos o atrito voar por debaixo de tecido humano. Sangue é vertido. Lágrimas esvoaçam. Risos ecoam.
Em meu redor, teus braços acolhem-me subitamente. Não desejo qualquer outra realidade.
Musicalmente ecoam vozes de esperança prometendo um final feliz.
E meu inocente coração finca essa ânsia.
Será existencialmente possível? Um final feliz?
Haverei de encontrar resposta?
Nostalgia, frustração acresce-se em meu mortal peito.
Momentaneamente, apenas algodão em minha pele e o teu perfume me acalmam.
E dou por mim ,esperançosamente murmurando:
S*











