sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

# Falling rain 40

Sinto falta de escrever. De sangrar a minha alma para o papel. Sentir o esvaziamento aliviante do peso que carrego em minha mente. Todo o dia. Toda a hora. Todo o minuto. Todo o segundo.
A caneta e papel são minhas confidentes e aliadas são pois não julgam os meus pensamentos mais íntimos ou medos absurdos. Elas ouvem e seguram-me em seus braços. Nelas confio minha minha alma nua e crua. Coisa que nunca farei a qualquer ser humano. Pelo menos não outra vez.

Su*

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

#Falling rain 39 - Aquela sensação

Sabem aquela sensação de quando está tudo a correr bem na vossa vida, mas depois conhecem pessoa A e esta pessoa gosta de pessoa B que já está a namorar e o seu parceiro C é o maior filho da puta com todas as letras?
Pois. Eu conheci essa pessoa.


Está a ficar usual ser a última opção.
E está a ficar usual ser-se idiota por vontade própria.

Su*

domingo, 18 de janeiro de 2015

Questionando a razão porque certas pessoas não usam a massa cefálica.

De tudo o que aconteceu em 2014, e especialmente nos inícios de 2015, é que finalmente aprendi que perco demasiado tempo com pessoas que não o merecem.
Sacrifico demasiado de mim, dou demasiado de mim, e as pessoas que realmente merecem ,acabam por não ter.
Aprendi também que me deixo afectar à mínima coisa que alguém diga, e os meus sentimentos são prejudicados. Mas depois de tanta coisa... sinceramente cansei-me.
Aprendi que fazer toda gente feliz é impossível. Aprendi que ser amigo com toda gente é impossível.
Vai haver gente a falar mal de ti, a tentar "roubar-te" as poucas amizades que ficaram.
Aprendi que a raça humana é a pior de toda existência. Mas infelizmente sou humana e só tenho de lidar com isso. MAS não tenho de lidar com coisas como dor de cotovelo, ignorarem-me e falarem mal de mim.
Quem QUISER que venha ter comigo. Estou farta de me sacrificar e ir atrás das pessoas.
E estou farta de gente que adora coscuvilhice e seja feliz a falar mal dos outros. Acho uma infantilidade. Mas prontos, há gente que tem papás ricos e que não tem de mexer uma palha e como não têm mais nada para fazer, acaba com as típicas conversas como " já ouviste falar que X fez isto?"
Eu rio-me porque eu lá tenho paciência para falar mal dos outros. A única coisa má que tenho a dizer é que me entristece pela infantilidade e por alimentarem o ódio e estereótipos da sociedade.
Também me entristece que outras pessoas OUÇAM de facto ACEITEM o que estas pessoas dizem.
Para mim isso não é amizade. Caso que eu saiba cada um de nós tem miolos e devia usá-los em vez de aceitar tudo o que se ouve. É cada uma...

Mas prontos, resumindo: quem quiser, venha falar comigo que eu já não tenho paciência para merdas.

Peace.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Being fab while dancing*

Muito sinceramente, ultimamente, há pouco que me motive. Mesmo pouco.
Mas uma coisa que sempre me motivou ,foi dançar. Decidi voltar a fazê-lo com coreografias no youtube, e juro que é a melhor coisa de sempre.
Não há nada mais fantástico que sentir cada parte do corpo a fluir. Não há melhor forma de aumentar a auto-estima.


E não há foto mais verdadeira que esta.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Vejo-me Fernando Pessoa.

Incerteza,confusão,mágoa. Trilogia apodrecida que me devora a alma.
Sinto-me Fernando Pessoa. Rejeitando sentimento, sonho, felicidade. 
Debruço-me sobre realidade matinal para consciência não perder, e alma não desvanecer.
Questiono o meu lugar e existência tão incerta e subjectiva.
Agonia-me meus medos interiores, demónios pútridos com tal malvadez mórbida , que me fazem cravar unhas na pele.
E tédio diário me faz rir com ironia e ódio para meu ser, pois sei meu lugar e resposta a minha pergunta existencial.
Por fim, embalo-me com relógio ao som de minha pena. Durmo. Esperando, para todo o sempre.
Tic-toc, tic-toc....


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Matter of seconds.

Estou a jogar um jogo perigoso chamado "quanto tempo aguento".
Ultimamente acho que é mesmo uma questão de segundos.
Eu não faço ideia do que raio estou aqui a fazer.
Realização pessoal? Noup.
Amigos? Acho que nem uma mão preciso, principalmente, ultimamente.
Hobbies? Não tenho tempo para eles.
Saúde? Ainda pior.

E pergunto-me: o que raio ainda estou cá a fazer?
Dizem que cometer medidas drásticas é covarde, mas na minha opinião, é a atitude mais corajosa que se pode ter. Por um fim à miséria pessoal. Ser-se corajoso para se ser radical e exterminar a dor.
Porque chega-se a um ponto que não dá mais.
Todos os dias tenho de ser a minha própria heroína, porque aprendi que no final, apenas posso contar comigo mesma.
Vou ser eu que vou secar e tirar este corpo sem ponta de felicidade do chuveiro, vou ser eu que o vou obrigar a ir às aulas (que nem me dizem nada), vou ser eu que vou por um sorriso falso enquanto interiormente imploro que alguém note, vou ser eu que vou murmurar "só mais um dia, tu consegues, é só mais um dia".
Mas para ser sincera? Eu estou farta de contar os dias. Estou farta de esperar por esse dia. Ele não vem. Eu acredito agora nisso, que nunca virá.
E ultimamente acho que é uma questão de segundos para eu entrar em ebulição e fazer algo completamente irracional.
Mas quando se é tão pressionado e torturado emocionalmente, não há uma resposta bonitinha para o problema.
E eu sinceramente não aguento mais.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

1#

Quando todos os dias tu esperas por um amanhã melhor e ele não chega.. algo está mesmo errado.
E eu acho que não tenho mais paciência para as pessoas que me tornam o presente numa bosta.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Whole lotta love

Eu acho que não há uma relação perfeita. Há sempre as suas complicações e depende imenso do feitio da pessoa. Mas digam-me, qual o objectivo de uma relação demasiado complicada? Cheia de drama, de mentiras, enfim, de coisas inúteis.
O amor é suposto fazer-nos eufóricos, felizes, fazer-nos sentirmos-nos especiais e desejados.
Na minha opinião o melhor tipo de amor é aquele que consegue ser o teu melhor amigo, amante, confidente e a tua paixão louca. Que te encha de paixão e desejo e ao mesmo tempo te faça rir da maior idiotice do mundo.
Como disse, não há nada nem ninguém perfeito.
Mas para mim... o que eu realmente sempre quis numa relação são coisas como, rir-me dele e que ele se ria de mim e das nossas idiotices, de estarmos acordados até às tantas com uma bebida na mão e a jogar ps3 , de desabafarmos um com um outro, que consigamos ser um só sem complicações ou complexos ou sem "e se" ou "mas".
Porque se não for apaixonado, louco, intenso, desesperante, hilariante, divertido, fantástico, triste, e único... qual é o objectivo?


Respirando coragem.

Eu acho que tenho um dom natural para reparar em hipocrisia. E assusta-me. Consigo olhar para uma pessoa e saber se me vai dar bem ou mal,em geral. Talvez seja por me ser algo tão banal após tanto tempo a vê-lo.
Mas fez-me pensar.
Hoje foi daqueles dias em que as vozes não se calavam e a mente ia a mil e o coração ia ao dobro.
Comecei a pensar. Pior coisa que poderia fazer. Pensei em toda gente que se foi embora, e nos poucos que restaram. Assim como reparei que sou nova. Apenas tenho 19 anos. Sei que não sou perfeita, por isso não posso exigir o mesmo de volta. Mas isso não impede de saber com quem realmente quero estar ou o que realmente quero fazer. Cheguei até aqui. E acho que está na hora de continuar mas numa versão melhorada. Chegou a hora de sair, de me rir até que a barriga doa, de chorar por chorar e de fazer coisas estúpidas de adolescente. Nunca fui capaz de rejeitar a criança dentro de mim, e nem quero.
Quero ser ousada e criativa e selvagem.
Na minha opinião não há algo mais belo e sexy que uma mulher que não pode ser domada e sabe exactamente o que quer, mas de uma forma descontraída.
A vida é curta e existem demasiadas regras. Mas a vida é minha e eu sou quem a comando.
E eu quero ser feliz. E acho que me fartei de ser o contrário.
Vou ver todos os programas de televisão que quero, vou sair, vou provar comidas e bebidas que nunca provei, vou falar com pessoas, vou criar novos passatempos. Vou deixar que a depressão adormeça outra vez por mais difícil que seja. Vou deixar de sentir pena por mim mesma pela situação que estou a passar nas aulas e com os amigos. Vou viver por mim mesma. Vou ser a minha própria heroína. Porque ninguém me vai salvar no final de contas. A única pessoa com quem realmente posso contar, sou eu mesma.
Por isso, já iniciei  o meu novo plano.
Eliminei toda gente que apenas me magoou. E agora? Agora é dar tempo aqueles que realmente merecem.
E o resto? O resto com tempo irá ser resolvido.
E um dia vou olhar para trás e dizer "passei por muito, mas finalmente, consegui chegar até aqui".

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Hopefully a new start.

Não preciso de mais desculpas. O que realmente preciso de fazer é um reset à minha lista de "amizades".
Chega de ser sempre aquela pessoa de ir atrás e tentar que a amizade permaneça. Chegou mesmo. É muito bonito fazer um alarido enorme quando me vêm, mas quando chega o momento da verdade, bem sei quem realmente ficou de meu lado. Basta-me uma mão para as contar.
Este ano foi definitivamente o meu pior ano a seguir ao 7º.  Não pela universidade em si. Mas pela solidão.
Pelos "amigos" que tinha, irem como se de magia se tratasse, pelas mentiras de uma amizade que eu tomei ainda mais por certa, pela minha auto-estima não muito boa, e muitas mais razões.
Mas decidi que realmente chega de desculpas. Quer desculpas por parte dos meus tão queridos amados "amigos", quer seja de mim mesma. Se eu continuar com desculpas a minha vida inteira, nada vai mudar.
E é por isso que irei dar uma volta de 180º graus.  Vou riscar pessoas da minha lista, vou sorrir e dar-me a conhecer a pessoas que realmente o merecem, e vou deixar de empurrar para trás aqueles que realmente me querem bem. Pois eu não esqueço quem teve aqui a meu lado, a limpar-me as lágrimas, a vir correr para casa com medo se eu estivesse bem, de quem teve horas e horas no skype e facebook a falar e a tentar que eu me acalmasse e recomposse.
Pois no final foi graças a mim e a essas pessoas que consegui superar isto tudo. Foi graças a estes seres humanos que eu consegui levantar-me dia após dia da cama, por mais que me custasse.
E foi graças a mim, que mesmo chorando e chorando, eu por minha escolha e força levantei meu corpo adormecido do chuveiro e do oceano da minha mente.
E com isto digo a mim mesma e aos que realmente se importam: viva a um ano novo lectivo. E viva aos verdadeiros amigos.


domingo, 3 de agosto de 2014

being stupid: a novel by me

Todas as noites te desejo. Pergunto-me como será ter-te perto de mim, deixando as horas passar e os nossos aromas fundindo-se. Mas doí. Pois eu perguntas fiz, mas respostas não obtive.
São noites sem dormir e dias mortos. E meu ódio cresce e a dor aumenta.
Todos precisamos de alguém. Mas o que fazer quando não se o temos por perto.
Dizem que o amor é belo. E eu concordo. Belo como uma rosa manchada de vermelho. Bonita e perigosa. Tão tentadora , mas tão mortifura.
Meu coração chora e minhas palavras são incertas.
Insegura, dorida e assustada, prossigo. Sem rumo. E sem vontade de o encontrar.

* say something I'm giving up on you*

domingo, 26 de janeiro de 2014

Falling rain 39# - obrigada

Everyone says love hurts, but that isn’t true. Loneliness hurts. Rejection hurts. Losing someone hurts. Envy hurts. Everyone gets these things confused with love, but in reality love is the only thing in this world that covers up all pain and makes someone feel wonderful again. Love is the only thing in this world that does not hurt.

Apercebi-me que o meu blog faz este mês 3 anos, visto que o tenho desde os 15.

E a razão pela qual pus o texto acima, para além de ser completamente verdade, é pelo facto que o meu blog ao longo deste tempo todo,debruçou-se muito nesta temática.
Em dor,depressão, e principalmente desgostos de corrente vermelha.
Cresci,mudei. Assim como algumas coisas permaneceram também. 
Algumas irei ultrapassar, outras apenas se irão impregnar em mim,com pena minha.
Mas independentemente disso, e independentemente do meu blog ter mudado imenso, e mal falar com as pessoas desta comunidade agora (que por acaso são excelentes), eu amo este meu canto. Com todo o carinho e adoração do mundo. Se não fosse ele teria ficado completamente vairada. E ainda bem que soube ventar num local apenas meu, onde posso encontrar reconforto apenas com o simples facto de escrever.
E por esse facto e muitos mais,obrigada.
Obrigada ao meu lindo blog "o mundo de uma sonhadora", e a toda gente que ficou por estas bandas, mesmo que tenha sido pouco tempo.

Obrigada.


-Su. 


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Falling rain 38#

Obrigadinha.
É extremamente fixe saber o quanto cagas em mim.
E é super fixolas mesmo ver logo a diferença de amor em palavras.
Só me apetece desaparecer.
Se queres ir,vai!!!
VAI!

Eu fico aqui.
Embora também queira ir,mas fico.
E se desaparecer até mesmo daqui,não me procures mais.
Já será tarde.
E apenas o vento te dirá o meu adeus.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Falling rain 37#

Talvez um dia esqueça.
Talvez um dia mude.
Talvez um dia não ouça,cheire ou veja.
Talvez um dia me perca mais do que já me perdi.
Talvez.
Sim...
Talvez.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Falling rain 35#

Importo-me com pessoas, e eu nem sei porquê.
Às vezes pergunto-me se eu realmente um dia conseguirei ser totalmente feliz.
Tenho tanto ódio e dor dentro de mim, que não passo de um trapo. E tenho medo.
Tenho medo se algum dia serei capaz de ser boa esposa, boa mãe, boa profissional... se alguma destas coisas sequer vier a acontecer.
Sinto cada dia como um fardo, e mesmo as pessoas de quem gosto estão a ir-se embora,como sempre.
Cada vez mais fico sem saber se aguento.
E cada vez mais me apetece simplesmente desistir.
Já quase o fiz. Mas para ser sincera, se tivesse a coragem, faria-o.
Estou cansada mesmo.
E já não sei a que me segurar.
Apetece-me simplesmente desligar de tudo e todos.
Apetece-me gritar, pontapear, mandar toda gente à merda.
Tudo está por um fio.
Suponho que seja uma questão de ele se quebrar.
De eu me quebrar de vez.